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  • Usando alta tecnologia da informação, os arqueólogos piauienses Marian Helen Silva Gomes Rodrigues e Jorlan Oliveira realizaram o Mapeamento Afetivo do Parque Nacional da Serra da Capivara, no sudoeste do Piauí, que faz um levantamento das histórias, e o georreferenciamento das pessoas que moraram na área do parque, antes que fosse criado e transformado em patrimônio da humanidade pela Unesco, órgão das Nações Unidas para a Educação e Cultura.

    O projeto também forma guias turísticos que orientam as visitas ao Parque Nacional Serra da Capivara e vão unindo informações sobre as pinturas rupestres, o modo de vida dos primeiros homens americanos, mas também o modo de vida dos habitantes da região, antes que fossem transferidos para outras regiões, para garantir a preservação do acervo e dos achados arqueológicos e paleontológicos.

    Marian Helen Silva Gomes Rodrigues, doutora em Arqueologia na área do Quartenário – Materiais e Cultura pela Universidade de Trásos- Montes e Alto Douro, de Portugal, afirma que o Instituto Olho D’Água, criado em 2013, por meio de um projeto científico, a partir de suas teses de mestrado e doutorado em Arqueologia, passou a descobrir quem são as pessoas e quais são as histórias e potências daquele espaço.

    “O resultado de minhas pesquisas para o mestrado e o doutorado apontou que a comunidade necessitava de um trabalho mais voltado para a cultura tradicional dos povos da Serra da Capivara. É ciência aplicada em um ambiente cultural e de meio ambiente, a de uma arqueologia colaborativa”, afirmou Marian Helen.

    O diferencial do trabalho do Instituto Olho D’Água é a ciência aplicada, que desenvolve um projeto de volta às origens, com o Mapeamento Afetivo dos Povos da Serra da Capivara, com os habitantes da comunidade que viveram dentro da área do Parque Nacional, antes de sua criação, destacando suas referências culturais.

    Alguns sítios arqueológicos do Parque Nacional Serra da Capivara foram locais de descanso, lugares sagrados e destinados a rituais religiosos.

    “Dentro disso, nós estávamos fazendo o Levantamento Georreferenciado, que servirá, inclusive, como mais um atrativo turístico da região. Nós estamos unindo aqui a ciência arqueológica com a ciência da comunidade, ciência e tradição em pé de igualdade para fomentar na comunidade o gosto pelo conhecimento e o gosto pela preservação desse patrimônio cultural”, explicou Marian Helen.

    Histórias dos moradores registradas na internet

    O historiador e arqueólogo do Instituto Olho D’Água, do município de Coronel José Dias, Jorlan Oliveira, afirma que depoimentos das pessoas que viviam na Serra da Capivara foram registrados para a posterioridade.

    “Fizemos o estudo das comunidades, principalmente das famílias do entorno do Parque Nacional Serra da Capivara, começamos por nossas famílias e, dentro disso, iniciamos um mapeamento, juntamos as seis pessoas mais velhas e começamos a mapear, nos locais de memória, onde eles viveram há muitos anos, e eles foram nos contando as histórias deles. Fizemos o mapeamento das casas antigas, os caldeirões onde eles viviam. Cada ponto tem a história de cada um deles, e através disso, contamos essas histórias para os turistas e para as comunidades locais”, explica.

    Para ele, a memória afetiva dos moradores terá grande contribuição para a história do lugar. “Eles têm muito a oferecer porque o parque tem 35 anos e terminamos por montar um roteiro turístico alternativo, usando o GPS, o Google Maps, e disponibilizamos esses levantamentos georreferenciados com as fotografias e os áudios em uma página na internet”, explica Jorlan Oliveira.

    Guias criam o grupo para inserir piauienses nos achados do Parque 

    Um novo grupo de guias turísticos criou a organização Tribos da Capivara e passou a oferecer não só as informações sobre as pinturas rupestres, sobre a megafauna e as descobertas arqueológicas que apontam a presença dos primeiros homens americanos há mais de 100 mil anos no sudoeste do Piauí, mas passou a incluir em seus roteiros as informações sobre os piauienses contemporâneos que viviam na região.

    A exemplo de histórias que foram vividas ou relatadas pelo agricultor Lourival Dias Gomes, de 70 anos, que mora no município de Coronel José Dias. 

    “Eu contava minha história, de meus pais e de meus avós para esses meninos e meninas, que agora se formaram em arqueologia e outras
    áreas, muitos deles choravam. A parte mais velha, meus pais contavam para mim, que já tinham sido relatadas pelos pais deles”, afirmou Lourival Dias Gomes.

    O guia turístico Luciano Gomes da Silva, graduado em Matemática, afirma que, ao falar do Parque Serra da Capivara, lembra que durante a Segunda Guerra Mundial os agricultores extraíam a maniçoba, que era vendida para fora do Piauí e que era a garantia do sustento de suas famílias até o preço cair e as famílias passarem a trabalhar na roça e criar animais.

    “Nós inserimos as histórias das pessoas da região”, declarou Luciano Gomes.

    Veja vídeo:

    https://www.meionorte.com/videos/novas-descobertas-em-sao-raimundo-nonato-podem-impulsionar-o-turismo-na-regiao-49331

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  • O IODA está comemorando 3 anos, este sonho que foi construído ao longo deste tempo, contou com a colaboração e apoio de diversos parceiros, amigos, entidades empresariais entre outros, para comemorarmos com grande alegria e agradecermos todos que participaram deste caminho, montamos um vídeo contando um pouco desta trajetória e ilustrando algumas ações que foram destaque!!!

    Assistam!

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  • A Revista História Viva deste mês (Abril/15), conta com uma matéria que aborda as Ações do Instituto Olho D´Água (Cel José Dias, PI). 

    "Projetos no município de Coronel José Dias, no entorno do Parque da Serra da Capivara, buscam integrar o conhecimento arqueológico com as tradições e saberes das comunidades locais", a matéria conta ainda um pouco da Parceiria do Grupo DOCUMENTO com o IODA e a Ação da Expedição Excelência "Nos carreiros de Zuzu".

    Todas ações levam em consideração a Permacultura e o Meio Ambiente Cultural inserido naquela região, o objetivo principal das ações é registrar os conhecimentos tradicionais e tornar a própria comunidade protagonista de sua história.

    Já nos canais de comunicação digitais, Facebook por exemplo, as ações estão constantemente representadas a cada passo, somente no post de ontem foram mais de 50 interações entre usuarios da rede social por exemplo. Participe do Grupo e Curta a FanPage para ficar por dentro!

    A revista pode ser adquirida pelo site Oficial da editora Clicando Aqui.

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  • A diretora do Instituto Olho D’ Água, Marian Helen Rodrigues, participou nesta semana da Jornada Pedagógica, evento promovido pela Secretaria Municipal de Educação de Coronel José Dias, no Piauí, aos educadores da cidade. O objetivo da Jornada foi o de orientar professores na realização de atividades pedagógicas direcionadas à valorização de uma identidade regional.

    O evento foi realizado em parceria com a DOCUMENTO Ecologia & Cultura, empresa especializada em planejamento e gestão de Patrimônios Culturais. Durante a Jornada, Marian destacou o ensino das relações étnicas-raciais para o aprendizado de conteúdos sobre a história e cultura afro-brasileira e africana, instituído como obrigatório pela Lei 10.639/03 nos currículos das escolas públicas e privadas.

    A relevância de se elaborar materiais didáticos sobre os modos de vida regionais, com o objetivo de que os professores refletissem a respeito de suas raízes históricas, foi abordado pela diretora do Instituto Olho D’ Água. Na ocasião, os educadores ressaltaram alguns dos costumes da cultura de Coronel José Dias que gostariam que fossem perpetuados: as Festas de São Pedro, o sítio arqueológico de Pedra Furada e a preservação do Parque Nacional Serra da Capivara às gerações futuras.

    No evento, Marian Helen apresentou experiências de projetos realizados pela DOCUMENTO no Brasil, como os promovidos com comunidades indígenas da Amazônia, além do Programa de Gestão do Patrimônio Arqueológico Obras de Revitalização da AEIU Portuário “Porto Maravilha”, no Rio de Janeiro.  Ao final, uma exposição com artefatos pré-históricos e históricos de Coronel José Dias, e uma oficina de experimentação arqueológica em que os processos de construção de artefatos em pedra, em cerâmica e a confecção de tinta para arte rupestre foram apresentados aos participantes da Jornada.

    Acompanhe as fotos abaixo:

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  • A Arte Rupestre presente no Parque Nacional Serra da Capivara e entorno, em Coronel José  Dias, no Piauí, é revisitada neste vídeo que integra a série de produções divulgada pelo Projeto de Volta às Origens. A iniciativa é promovida pelo Instituto Olho D’ Água (IODA) desde 2014, em parceria com a DOCUMENTO Ecologia & Cultura e a Associação Tribos da Capivara. A criação de circuitos culturais alternativos no entorno do Parque é um dos objetivos principais dessa Expedição. O IODA acredita que um turismo cultural sustentável, com opções interativas para visitantes e para as comunidades tradicionais do município, possa ser mais uma medida de promoção e de preservação das maravilhas históricas e culturais de nosso País. 

    A abordagem principal do Instituto é criar uma nova trajetória de valorização da cultura tradicional diante dos modos de vida dos povos regionais, aliada a preservação do Patrimônio Arqueológico, Histórico e Cultural existente nas proximidades de Coronel José Dias. Para isso, o IODA desenvolve pesquisas, atividades de registro de memória e ações educativas com as comunidades.

    Veja o vídeo a seguir:

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  • Com o intuito de envolver a comunidade nos processos de apropriação e preservação do patrimônio arqueológico e histórico cultural, o Instituto Olho D´Água (IODA) dá continuidade às ações de Educação Patrimonial no município de Coronel José Dias por meio do projeto “Arte na Serra”.

    As atividades foram realizadas por meio de oficinas culturais de Arte em Baixo Relevo – a parede da sede do Instituto virou uma grande tela, onde crianças, adolescentes e adultos tiveram a oportunidade de expressar por meio da arte o sentimento de pertencimento do seu lugar, da sua cultura, do seu patrimônio, cujo produto final pode ser interpretado como uma narrativa transformando mito em consciência histórica.

    Acompanhe o processo no slide share abaixo:

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  • Em 2014 o Instituto Olho D´ Água (IODA) completou um ano de atividades de preservação e valorização do meio ambiente cultural existente em Coronel José Dias, no Piauí. O período foi importante para o IODA na consolidação de seus objetivos, estratégias e projetos realizados com as comunidades tradicionais do município.

    O “Projeto Arte na Serra: Educação Sempre dá Certo”, por exemplo, foi promovido na Unidade Escolar “Raquel Ferreira de Oliveira”, na metade do ano passado, com a proposta de envolver a população nos processos de apropriação, preservação e fruição do patrimônio arqueológico local.  

    Em novembro, o IODA, em parceria com a Documento Ecologia & Cultura e a Associação Tribos da Capivara, realizou o Projeto "De Volta às Origens", que teve o propósito de resgatar a cultura, os saberes e todo o patrimônio histórico local. Os resultados desse projeto podem ser assistidos na série de vídeos que o Instituto divulgou em seu blog, com entrevistas de moradores de comunidades tradicionais. As produções trazem à tona todo o saber popular como fonte de informação sobre as relações estabelecidas entre a população de Coronel José Dias e os processos instituídos com a criação do Parque Nacional Serra da Capivara, patrimônio nacional que recebeu o status de “Berço do Homem Americano e Patrimônio Cultural da Humanidade”, pela UNESCO.

    A continuidade da iniciativa pôde ser acompanhada com outra Expedição, a “Nos Carreiros da Zuzu”, no Parque Nacional Serra da Capivara. O objetivo desse projeto foi o de iniciar o trabalho de estruturação de circuitos culturais alternativos no entorno do Parque, com opções interativas para todos os visitantes. A ideia é criar um ecoturismo direcionado às ações de valorização e preservação da história local, com base no conceito da arqueologia colaborativa. Ao compreender as raízes de sua identidade, comunidades tradicionais tornam-se parceiras no fornecimento de informações, dados e conteúdos para as atividades de turismo cultural. 

    Em 2015, o  IODA trará mais novidades sobre os circuitos culturais alternativos no Parque Nacional Serra da Capivara e também sobre o I Encontro dos Povos da Capivara, que acontecerá em Coronel José Dias, na Praça São Pedro, bairro mais antigo do município.

    O Instituto Olho D´Água atua desde 2013 na criação de uma nova trajetória de valorização da cultura tradicional. Para isso, desenvolve pesquisas, atividades de registro de memória e ações educativas com as comunidades que vivem em Coronel José Dias e nas proximidades da região. Realiza atividades de inclusão social e de engrandecimento do Patrimônio Cultural de nosso País, nos modos de manejo do território e de suas redes de relações sociopolíticas.

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  • Em novembro, o Instituto Olho D’ Água (IODA), em parceria com a DOCUMENTO Ecologia & Cultura e a Associação Tribos da Capivara, promoveram a I Expedição Excelência do Projeto De Volta às Origens, em Coronel José Dias, no Piauí. A continuidade da iniciativa pôde ser acompanhada com a realização de outra Expedição, a “Nos Carreiros da Zuzu”, no Parque Nacional Serra da Capivara. 

    O objetivo desse projeto foi iniciar o trabalho de estruturação de circuitos culturais alternativos no entorno do Parque, com opções interativas para todos os visitantes. A ideia é criar um ecoturismo direcionado às ações de valorização e preservação da história local, com base no conceito da arqueologia colaborativa. Ao compreender as raízes de sua identidade, comunidades tradicionais tornam-se parceiras no fornecimento de informações, dados e conteúdos para as atividades de turismo cultural. 

    Voce vai acompanhar, a partir de agora, uma série de vídeos que registraram como foi essa Expedição Excelência, ressaltando sua característica e seus principais pontos.

    Veja o primeiro vídeo a seguir:

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  • Em 2015, mais novidades do Instituto Olho D’ Água no Parque Nacional Serra da Capivara.

    Em novembro, o Instituto Olho D’ Água (IODA), em parceria com a DOCUMENTO Ecologia & Cultura e a Associação Tribos da Capivara, promoveram a I Expedição Excelência do Projeto De Volta às Origens, em Coronel José Dias, no Piauí. A continuidade da iniciativa pôde ser acompanhada com a realização de outra Expedição, a “Nos Carreiros da Zuzu”, no Parque Nacional Serra da Capivara. 

    O objetivo desse projeto foi iniciar o trabalho de estruturação de circuitos culturais alternativos no entorno do Parque, com opções interativas para todos os visitantes. A ideia é criar um ecoturismo direcionado às ações de valorização e preservação da história local, com base no conceito da arqueologia colaborativa. Ao compreender as raízes de sua identidade, comunidades tradicionais tornam-se parceiras no fornecimento de informações, dados e conteúdos para as atividades de turismo cultural. 

    A partir de 2015, o blog do IODA trará mais novidades sobre os circuitos culturais alternativos no Parque Nacional Serra da Capivara. Outras informações sobre o I Encontro dos Povos da Capivara, que acontecerá em Coronel José Dias, e será realizado na Praça São Pedro, bairro mais antigo do município, também serão divulgadas pelo blog.

    Acompanhem, nesta semana, uma sequência de vídeos que documentaram como foi essa Expedição Excelência, e participem das atividades do Instituto Olho D’ Água.

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  • Em 2015, mais novidades do Instituto Olho D’ Água no Parque Nacional Serra da Capivara.

    Em novembro, o Instituto Olho D’ Água (IODA), em parceria com a DOCUMENTO Ecologia & Cultura e a Associação Tribos da Capivara, promoveram a I Expedição Excelência do Projeto De Volta às Origens, em Coronel José Dias, no Piauí. A continuidade da iniciativa pôde ser acompanhada com a realização de outra Expedição, a “Nos Carreiros da Zuzu”, no Parque Nacional Serra da Capivara. 

    O objetivo desse projeto foi iniciar o trabalho de estruturação de circuitos culturais alternativos no entorno do Parque, com opções interativas para todos os visitantes. A ideia é criar um ecoturismo direcionado às ações de valorização e preservação da história local, com base no conceito da arqueologia colaborativa. Ao compreender as raízes de sua identidade, comunidades tradicionais tornam-se parceiras no fornecimento de informações, dados e conteúdos para as atividades de turismo cultural. 

    A partir de 2015, o blog do IODA trará mais novidades sobre os circuitos culturais alternativos no Parque Nacional Serra da Capivara. Outras informações sobre o I Encontro dos Povos da Capivara, que acontecerá em Coronel José Dias, e será realizado na Praça São Pedro, bairro mais antigo do município, também serão divulgadas pelo blog. 

    Acompanhem, nesta semana, uma sequência de vídeos que documentaram como foi essa Expedição Excelência, e participem das atividades do Instituto Olho D’ Água.

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  • As primeiras notícias sobre o potencial arqueológico do sudeste do Piauí surgiram através de fotografias de pinturas rupestres em cavernas da Serra da Capivara, mostradas à arqueóloga brasileira Niède Guidon, quando ela trabalhava no Museu Paulista da Universidade de São Paulo. Antes disso, as comunidades tradicionais já possuíam uma relação harmoniosa e afetiva com os sítios arqueológicos, embora não tivessem conhecimentos científicos a respeito do que esse patrimônio representa hoje para o Brasil e para o mundo. Na série de vídeos divulgados pelo Instituto Olho D'Água (IODA), é possível perceber esta ligação a partir das entrevistas realizadas. 

    Em parceria com a Documento Ecologia & Cultura e a Associação Tribos da Capivara, o IODA promoveu o Projeto "De Volta às Origens" com o propósito de registrar a memória do território, os saberes e todo o patrimônio histórico presente no município. Os resultados da iniciativa estão disponíveis no blog da Instituição.  

    Assista, a seguir, os últimos vídeos que integram o projeto e abordam as inúmeras artes rupestres encontradas no Desfiladeiro da Capivara:

    VÍDEO 6

    VÍDEO 7

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  • Em continuidade à série de vídeos que compõem o Projeto "De Volta às Origens", o Instituto Olho D'Água (IODA) divulga nesta segunda-feira (22/12) mais uma produção com entrevistas com moradores de comunidades tradicionais. Neste vídeo, há um registro das memórias, da infância e do dia a dia dessas populações em Coronel José Dias, no Piauí. 

    Em parceria com a Documento Ecologia & Cultura e a Associação Tribos da Capivara, o IODA promoveu este projeto com o propósito de resgatar a cultura, os saberes e todo o patrimônio histórico presente no município. Os resultados da iniciativa estão disponíveis na série de vídeos que o IODA diariamente divulga no blog da Instituição.  Os conteúdos das entrevistas apresentam a sabedoria popular como fonte de informação sobre as relações estabelecidas entre a população de Coronel José Dias e os processos instituídos com a criação do Parque Nacional Serra da Capivara, patrimônio nacional que recebeu o status de “Berço do Homem Americano e Patrimônio Cultural da Humanidade”, pela UNESCO.

    Nas falas da comunidade, é possível perceber a relação harmoniosa e afetiva dos moradores com a Serra da Capivara. Embora não possuíssem o conhecimento científico que esse patrimônio representa hoje para a região e para o mundo, eles já sabiam que havia algo de extraordinário e singular nesse território.

    Acompanhe!

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  • Em novembro deste ano, o Instituto Olho D'Água (IODA), em parceria com a Documento Ecologia & Cultura e a Associação Tribos da Capivara, promoveram o Projeto "De Volta às Origens", iniciativa que teve o propósito de resgatar a cultura, os saberes e todo o patrimônio histórico presente no município de Coronel José Dias, no Piauí.

    Os resultados desse projeto podem ser assistidos na série de vídeos que o IODA divulga no blog da instituição, com entrevistas de moradores de comunidades tradicionais. As produções trazem à tona todo o saber popular como fonte de informação sobre as relações estabelecidas entre a população de Coronel José Dias e os processos instituídos com a criação do Parque Nacional Serra da Capivara, patrimônio nacional que recebeu o status de “Berço do Homem Americano e Patrimônio Cultural da Humanidade”, pela UNESCO.

    No vídeo a seguir, moradores do município falam a respeito da arte rupestre encontrada no Desfiladeiro da Capivara. Antes da criação do Parque, a comunidade local já conhecia o singular patrimônio cultural existente na região, plasmado nos abrigos sob-rocha da Serra Capivara, embora o referencial de valor e apropriação fosse outro. E é justamente essa a história que a comunidade regional nos conta nesse vídeo:

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  • Para acompanhar as novidades e últimas iniciativas do Instituto Olho D’ Água (IODA), não deixe de curtir a página da organização no Facebook.

    Dentre os posts compartilhados está o da Expedição Excelência “Nos Carreiros da Zuzu”, realizada no entorno Parque Nacional Serra da Capivara, em Coronel José Dias, município do Piauí. A iniciativa teve início na última sexta-feira (12/12).

    Promovida pelo Instituto Olho D’ Água (IODA), em parceria com a DOCUMENTO Ecologia & Cultura e a Associação Tribos da Capivara, a Expedição Excelência tem o objetivo de montar circuitos culturais no entorno do Parque, com opções interativas para todos os visitantes.

    A abordagem principal do Instituto é criar uma nova trajetória de valorização da cultura tradicional diante dos modos de vida dos povos regionais, aliada a preservação do Patrimônio Arqueológico, Histórico e Cultural existente nas proximidades de Coronel José Dias. Para isso, o IODA desenvolve pesquisas, atividades de registro de memória e ações educativas com as comunidades.

    Curta, viste e compartilhe as ações de engajamento do Instituto Olho D’ Água no Facebook!

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  • Dando continuidade aos vídeos do Projeto de Volta às Origens, temos os depoimentos de Lourival Dias Gomes, Expedito Rodrigues do Nascimento e Rodrigo Dias Gomes, moradores antigos da região de Coronel José Dias

    O agricultor Lourival Dias Gomes nasceu no povoado de Olho D’ Água, na divisa entre as cidades de Coronel José Dias e João Costa, no Piauí.  Hoje com 63 anos, aposentado, Lourival é um dos membros das comunidades tradicionais que vivem nos arredores do Parque Nacional Serra da Capivara, patrimônio nacional que recebeu o status de “Berço do Homem Americano e Patrimônio Cultural da Humanidade”, pela UNESCO.

    Lourival é um dos cientistas-cidadãos que integram as comunidades tradicionais de Olho D’ Água, antigos moradores da região e que possuem conhecimentos históricos e culturais formadores do Patrimônio Imaterial de Coronel José Dias.

    Há muito tempo, os caminhos que cortam os boqueirões do Desfiladeiro da Capivara foi rota de passagem de comerciantes, agricultores, caçadores e de comunidades que viviam neste território, local propício para a caça de animais selvagens.

    Ao longo do tempo, diversas estórias populares se propagaram na região, transformando-se em lendas, tais como a dos caboclos que assombravam viajantes e caçadores em defesa de seu território.

    Assista, a seguir, vídeo que apresenta a cultura tradicional dos povos da Capivara, contada por Lourival Dias Gomes e também por vários outros cientistas-cidadãos, verdadeiros difusores de suas raízes e de sua identidade regional.

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  • Começa nesta sexta-feira (12/12) a Expedição Excelência “Nos Carreiros da Zuzu”, realizada no entorno Parque Nacional Serra da Capivara, em Coronel José Dias, município do Piauí.

    A iniciativa é promovida pelo Instituto Olho D’ Água (IODA), em parceria com a DOCUMENTO Ecologia & Cultura e a Associação Tribos da Capivara, e tem o objetivo de montar circuitos culturais no entorno do Parque, com opções interativas para todos os visitantes.

    Acompanhe diariamente maiores informações aqui pelo Blog ou pelo Twitter @arqueopublica !!!

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  • O Instituto Olho D’ Água (IODA), em parceria com a DOCUMENTO Ecologia & Cultura e a Associação Tribos da Capivara, promovem no dia 12/12 o início da Expedição Excelência “Nos Carreiros da Zuzu”, no entorno Parque Nacional Serra.

    A ideia da iniciativa é criar ações de valorização e preservação da história cultural da região, com base no conceito da arqueologia colaborativa. O envolvimento de sociedades locais em trabalhos como esse beneficia o andamento de diversos projetos realizados no território. Ao compreender as raízes de sua identidade, comunidades tradicionais tornam-se parceiras no fornecimento de informações, dados e conteúdos imateriais para as atividades de turismo cultural.

    Acompanhe no nosso blog todo o passo a passo dessa Expedição.

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  • O agricultor Lourival Dias Gomes nasceu no povoado de Olho D’ Água, na divisa entre as cidades de Coronel José Dias e João Costa, no Piauí.  Hoje com 63 anos, aposentado, Lourival é um dos membros das comunidades tradicionais que vivem nos arredores do Parque Nacional Serra da Capivara, patrimônio nacional que recebeu o status de “Berço do Homem Americano e Patrimônio Cultural da Humanidade”, pela UNESCO.

    Lourival é um dos cientistas-cidadãos que integram as comunidades tradicionais de Olho D’ Água, antigos moradores da região e que possuem conhecimentos históricos e culturais formadores do Patrimônio Imaterial de Coronel José Dias.

    Há muito tempo, os caminhos que cortam os boqueirões do Desfiladeiro da Capivara foi rota de passagem de comerciantes, agricultores, caçadores e de comunidades que viviam neste território, local propício para a caça de animais selvagens.

    Ao longo do tempo, diversas estórias populares se propagaram na região, transformando-se em lendas, tais como a dos caboclos que assombravam viajantes e caçadores em defesa de seu território.

    Assista, a seguir, vídeo que apresenta a cultura tradicional dos povos da Capivara, contada por Lourival Dias Gomes e também por vários outros cientistas-cidadãos, verdadeiros difusores de suas raízes e de sua identidade regional.

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  • O Instituto Olho D’ Água (IODA), em parceria com a DOCUMENTO Ecologia & Cultura e a Associação Tribos da Capivara, promovem no dia 12/12 o início da Expedição Excelência “Nos Carreiros da Zuzu”, no Parque Nacional Serra da Capivara, em Coronel José Dias, município do Piauí.

    A Expedição será guiada pelo presidente do Instituto Olho D’ Água, Jorlan da Silva Oliveira, sócio da Tribos da Capivara e um dos responsáveis pelas descobertas e conservação de dezenas de sítios arqueológicos do Parque Nacional Serra da Capivara e no seu entorno, e também por Marian Helen Rodrigues, doutoranda em Quaternário, Materiais e Culturas, educadora patrimonial e diretora-executiva do IODA.

    A ideia da iniciativa é criar ações de valorização e preservação da história cultural da região, com base no conceito da arqueologia colaborativa. O envolvimento de sociedades locais em trabalhos como esse beneficia o andamento de diversos projetos realizados no território. Ao compreender as raízes de sua identidade, comunidades tradicionais tornam-se parceiras no fornecimento de informações, dados e conteúdos imateriais para as atividades de turismo cultural.

    A Expedição Excelência fará o reconhecimento e o mapeamento do território de Serra da Capivara, cujo objetivo é a montagem de circuitos culturais alternativos no entorno do Parque, com opções interativas para todos os visitantes.

    Um dos destaques desse patrimônio é Zuzu, esqueleto feminino mais importante da pré-história brasileira (e um dos mais antigos da América do Sul) encontrado no local. A estrutura óssea têm 12 mil anos e foi escavada em 1997, no sítio Coqueiros do Parque Nacional Serra da Capivara.

    Veja abaixo, nas fotos de Flávio Veloso, a exposição de Zuzu:

    Você pode ver as fotos na íntegra Clicando Aqui!

    De acordo com a pesquisadora Drª Niède Guidon, esta importante descoberta, associada ao acervo cultural material da localidade (arte rupestre, cerâmica, indústrias líticas), infere na hipótese de que esse território foi habitado por grupos humanos desde o final do Pleistoceno. A informação dá à região o status de “Berço do Homem Americano e Patrimônio Cultural da Humanidade”, conferido pela UNESCO, e a coloca como um dos mais importantes roteiros turísticos do mundo.

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